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Meus podcasts preferidos

Publicado: 28 agosto, 2013 em Fitness, Games, Podcasts
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Quando comecei a fazer caminhadas pelo meu condomínio, ia sozinho, e por isso sempre carregava meu iPhone com alguma coisa para ouvir durante a prática. Bom para me distrair sem que a atividade fique chata.

Depois de algum tempo, desistindo e voltando à atividade física, hoje consegui evoluir e consigo correr até 8km em média, numa sessão de treino que dura até uma hora. Aí, a setlist de músicas pode ficar repetitiva, pois não tenho um repertório musical extenso.

O que me salva nestes momentos são os podcasts, que nada mais são do que programas em áudio lançados periodicamente e que o ouvinte pode acompanhar assinando um feed de RSS, o iTunes (meu caso) ou baixando os episódios diretamente do site. Existem podcasts dos mais variados temas, desde religião até culinária, passando por cinema, profissões, entretenimento geral, esportes, e games.

Lista de podcasts no RSS Radio (app de podcasts no iPhone)

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Este último gênero é predominante no meu repertório de podcasts, mas minha lista não se resume a isto. Confira:

Nerdcast

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O Nerdcast está no topo da minha lista de preferências. Podcast do site Jovem Nerd, Alexandre Ottoni (o Jovem Nerd), Deive Pazos (Azaghal) e convidados falam dos mais variados assuntos, abrangendo desde games, filmes, ciência, física, história até entrevistas, manias, comportamento e relatos de viagem. Bem variado, com um bom humor e qualidade topo de linha. Não importa como esteja a minha fila de podcasts, o Nerdcast sempre passa na frente quando é lançado, todas as sextas-feiras.

Matando Robôs Gigantes

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O Matando Robôs Gigantes também trata de variedades, assim como o Jovem Nerd, mas tem um formato mais definido. Sempre são lançados de dois a três episódios por semana, cada um deles falando especificamente sobre um dos temas: Games, Livros, Quadrinhos e Filmes. Além disso, 1 vez por mês é lançada a Voz do Robô, onde notícias aleatórias enviadas pelos ouvintes são comentadas. Os integrantes, Beto Duque Estrada, Affonso Solano e Diogo Braga, conduzem a atração com extremo bom humor e, nas palavras dos próprios criadores, “opiniões de bosta” rsrsrs.

99 vidas

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O 99 vidas, comandado por Jurandir Filho, Izzy Nobre, Evandro de Freitas, e Bruno Carvalho, é para mim o melhor podcast sobre games brasileiro atualmente. E por um motivo apenas: nostalgia. O podcast é focado nos anos 80 e 90 dos videogames, falando sobre os jogos e consoles daquela época, como Nintendo 8-bit, Atari 2600, Mega Drive, Super Nintendo, entre outros.
Com uma linguagem descontraída e cheia de piadinhas da época, a sensação é de que eu cresci junto com esses caras, muitas histórias que eles contam eu me identifico, como as aventuras nas locadoras por exemplo.
É outro podcast que quando chega um episódio novo, paro tudo o que estou ouvindo pra dar prioridade a ele. Algumas vezes até o Nerdcast espera, dependendo dos temas da semana.

Estes três primeiros são os podcasts principais. Outros que também curto ouvir, mas tem uma importância menor:

Games on The Rocks

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Podcast de games do Arena IG, comandado pelo Caio Corraini. Tenho notado uma melhora nos últimos episódios lançados, mas antigamente a qualidade de audio era ruim, e os convidados batiam papo como se estivessem conversando em um bar, e o ouvinte totalmente alheio à conversa. Este fato me fez desistir do podcast pelo menos 3 vezes, mas sempre voltava pra dar uma chance, e agora ele está se firmando na minha lista, pois a qualidade do audio melhorou, o que me permite ouvir os participantes com maior clareza.

Dash – Jogabilida.de

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Estrelando André Campos e Ricardo Dias, o Dash é um bom podcast sobre games, que possui duas atrações: o próprio Dash, episódios que falam sobre um tema específico, seja ele algum jogo ou algum aspecto específico da indústria, e o Vértice, que fala das notícias da quinzena, o que cada um está jogando, dentre outras coisas. Feito com muita qualidade, os assuntos são tratados com bom-humor, mas sem deixar o “profissionalismo” cair, trazendo muitas informações de qualidade sobre os bastidores das desenvolvedoras de jogos, o que revela um esmero na pesquisa e desenvolvimento de cada pauta.

Recomendado.

Por Falar em Corrida

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Podcast sobre corrida, bem mais simples em termos de produção comparado com os anteriores, porém bem objetivo e cumpre seu papel. Os participantes falam sobre as notícias do mundo da corrida nas semanas anteriores ao lançamento do episódio, além de tratarem de algum tema relacionado à atividade, como por exemplo: correr no frio, correr na esteira, fisioterapia, etc. Os episódios sempre finalizam com uma música recomendada pelos podcasters para ser incluída na setlist de corrida do ouvinte.

Ouvi apenas um episódio, mas estou com outros na fila, mas foi o suficiente para gostar do formato.

Além desses, comecei a ouvir a pouco tempo e ainda não tenho uma opinião formada:

Depois de ouví-los mais, complemento o post (ou faço um novo) com as opiniões sobre eles.

Logo de The Walking Dead: The Game

Nesta terça-feira, a atualização da PSN trouxe, além de várias novidades, alguns demos novos de jogos que eu estou interessado há algum tempo: Dragon’s Dogma e The Walking Dead: The Game.

A intenção era, neste post, falar das duas demos, mas como estou sem tempo pra me dedicar como gostaria ao PS3, vou falar de The Walking Dead, pois sou fã da franquia desde que a série de TV estreou, e eu acompanhei todos os episódios e li todos os quadrinhos. Hoje tentarei jogar o Dragon’s Dogma e faço novo post amanhã para deixar as impressões.

Pra quem não sabe, The Walking Dead é uma série de horror. O apocalipse zumbi tomou conta do planeta, devastando governos, dizimando milhões de pessoas e tornando a vida dos poucos sobreviventes um inferno. Os zumbis estão em toda parte, apenas querendo devorar carne fresca e nada mais. Os recursos são escassos, comida, água e moradia segura são relíquias defendidas até a morte pelos sobreviventes que conseguem se apoderar delas.

No game, diferente da série e dos quadrinhos, o protagonista não é o xerife Rick Grimes, e sim Lee Everett, um presidiário que estava sendo transferido e, após um acidente na viatura onde estava, acorda e se encontra no apocalipse zumbi, tendo que escapar dos mortos-vivos e procurar ajuda, com uma das pernas feridas.

O jogo foi desenvolvido pela Telltale Games, mesma desenvolvedora de Back to The Future: The Game. E, como tal, The Walking Dead também tem um estilo adventure e é dividido em episódios. Ao que parece teremos várias temporadas, e a primeira terá 5 episódios. O primeiro já está na PSN por $4,99.

The Walking Dead

Introduções feitas, vamos às impressões da demo:

Gráficos

Quem jogou BTTF sabe que o foco da Telltale Games não são gráficos realistas, e sim cartunizados e estilizados, como desenho animado. Com TWD não é diferente, os gráficos lembram muito o estilo cel-shading de ser, e o nível de detalhes não chega a impressionar. Mesmo assim, não achei que prejudicou a ambientação do jogo, passando a sensação de desolação com competência.

Jogabilidade

Como todo bom jogo no estilo adventure, você controla Lee pelo cenário e ao mesmo tempo movimenta um cursor em forma de cruz (com o direcional digital). Colocando este cursor em cima dos vários objetos espalhados pelo ambiente, você pode interagir de diversas formas. Pode apenas observar um objeto e ver o que Lee tem a dizer sobre ele, se for uma porta, pode bater para chamar quem quer que esteja do outro lado ou abrí-la. Nos momentos de tensão, como fugindo de um zumbi, você tem que pensar rápido para tomar algumas ações, como por exemplo, pegar um martelo perto de você e desferir golpes na cabeça do morto-vivo. Se isso não for feito rapidamente, fim de jogo. Quando eu joguei essa parte a sensação foi de desespero, quase não consigo fazer o comando direito.

História

Aqui não tem muito o que falar, afinal a demo é curtinha, infelizmente. Vi um vídeo da jogabilidade antes do lançamento da demo, e nela o jogador começa com Lee saindo do carro acidentado, e tendo que fugir dos zumbis da floresta até chegar à casa de Clementine. No demo já começamos na casa, e encontramos mais a frente dois outros sobreviventes que, após ajudarmos, nos ajudam a fugir dali de carro.

No geral, The Walking Dead: The Game me agradou. Talvez se eu não conhecesse a série, não me animaria tanto. Minha opinião neste caso é totalmente parcial. Estou empolgado pois o simples fato do jogo não seguir a série ou a HQ se torna interessante pois o universo de The Walking Dead será expandido. No aguardo dos próximos episódios e (se rolar) das próximas temporadas!

Logo Street Fighter x Tekken

Jogos de luta nunca foram o meu forte. Quando eu jogava no fliperama na época do colégio, torcia pra que ninguém viesse colocar contra mim no The King of Fighters ou no X-Men vs. Street Fighter, a perda da ficha era certa. Contra a máquina era razoavelmente bom, chegava longe em alguns jogos. Mas era só vir um oponente humano e vários fatores influenciavam: eu ficava nervoso, intimidado com o adversário, vários golpes não saíam, levava combos enormes e difíceis de fazer, tomava especial na cara direto e repetia os mesmos erros toda hora, facilitando a vida do meu adversário.
O tempo passou, parei de jogar em fliperamas por falta de tempo, namoro, faculdade, etc. A vida adulta roubando o espaço que antes pertencia aos jogos eletrônicos. Agora, casado, com filho pequeno e trabalhando, é cada vez mais difícil arrumar um tempinho pra jogar. Mas sigo jogando meu PS3 quando posso, sem me descuidar da família.

Surpreendentemente, mesmo sem muito talento para os jogos de luta atuais (Street Fighter IV me deixou frustrado por um tempo), achei muito fácil dominar a mecânica do Street Fighter x Tekken (ou pelo menos eu ACHO que domino, heheheh). Na minha primeira partida contra o computador, sem ter tocado no jogo anteriormente, consegui chegar ao final do jogo com a dupla Ryu e Kazuya, jogando no Médio. Agora só jogo no Hardest, pra ter mais dificuldade (e mesmo assim não acho tão difícil, o jogo é bem noob-friendly pelo visto).

Mesmo assim, não consegui me adaptar muito bem ao Ryu neste jogo. Não sei ao certo por que. Sempre é minha primeira escolha nos Street Fighters da vida, é um personagem equilibrado, com comandos fáceis de executar, qualquer iniciante parte pro Ryu ou pro Ken. Ou no caso de SF x T, para a dupla Ryu/Ken.

Kazuya em Street Fighter x Tekken

Resolvi testar outros personagens. Kazuya é titular absoluto, já jogava razoavelmente bem com ele no Tekken 5 (PS2) e o desempenho não é de todo mal neste jogo. Até ganhei algumas partidas online tendo ele na dupla. Tive bons resultados com Paul e com a Poison. Estou testando o Hugo também, sempre quis aprender a jogar com um brutamontes como ele ou o Zangief.

Replay Channel

Uma boa fonte de idéias, dentro do próprio jogo, é o Replay Channel. Nele, você entra, escolhe um “canal”, como por exemplo, Lutas de Alto Nível, senta e fica assistindo às lutas que são gravadas pelos próprios jogadores. Pode selecionar um canal específico de um personagem, para ver apenas lutas onde aquele personagem participa. Com o bom nível de jogadores que permeia a PSN, dá pra tirar umas idéias das várias lutas que estão registradas ali no Replay Channel (além de ter algo para assistir enquanto coloco meu filho para dormir, hehehehe). Outra boa fonte de informação é o Youtube. Eu acompanho o twitter do portal Shoryuken.com, eles estão sempre postando links de vídeos de campeonatos, ou de combos e tutoriais para os mais diversos jogos de luta.

Street Fighter x Tekken

No online eu estou falhando tão miseravelmente quanto era na época do fliperama, mas estou desencanando de tentar ganhar. Eu dou meu melhor, mas se perder, bola pra frente. A diversão é que importa.

E eu adoro acompanhar os torneios de fighting games, aguardo o Evo2k (que acontece no meio do ano) com ansiedade. Até lá, é continuar brincando e tentando melhorar.

Minha mais nova aquisição gamística!

Sou fã dos jogos de luta, apesar de ser um pato manco pereba nesses jogos. Na época do colégio já era horrível, agora então, com vida adulta e família pra sustentar…

Comprei porque um amigo meu do twitter está jogando também, e vamos nos confrontar online em breve. Enquanto isso, vou me acostumando com os personagens. Kazuya, com quem eu já jogava razoavelmente bem no Tekken 5, já está se configurando como meu principal personagens. Muitos golpes dele não mudaram, e foi fácil se adequar à jogabilidade 2D no estilo Street Fighter.

O problema vai ser encontrar outro personagem pra fazer dupla com ele. Hoje de manhã dei uma treinada com o Bob, mas não sei… tenho que achar um personagem com o qual eu me sinta confortável.

Olha a criança aí nas minhas mãos:

Capa do jogo Street Fighter x Tekken.

Comprei no MercadoLivre. Chegou rapidinho, uns 3 dias depois que comprei. Só não curti a capa e manual todos em espanhol… pra mim é mais ilegível que o inglês.

Agora é dividir a atenção com Skyrim.

[PLATINADO] Bioshock 2

Publicado: 2 janeiro, 2012 em Games, Originalidade
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Ufa! Depois de um tempão enrolando finalmente peguei esse troféu de platina.

Bioshock 2 é um bom jogo, mas não é tão bom quanto o antecessor. E o que mais me fez demorar a completar os seus troféus foi a obrigação de jogar o modo online horas a fio, o que não é nada divertido.

Depois de passar semanas pra chegar no nível 40 do multiplayer, acabei encostando o jogo mais um pouco, pelo menos mais aliviado por essa parte medonha ter passado. Finalmente, nas últimas semanas de 2011 engrenei o single-player e finalmente peguei os últimos troféus! Só faltavam mais uns 4, na verdade, mas tive que rejogar quase o jogo todo novamente, pois perdi alguns na primeira jogada, como o de pesquisa de inimigos e o de terminar o jogo sem matar os NPCs (quando você tem escolha para tal).

Taí, a última platina de 2011, fechando o ano com 10 platinas! 🙂

Segue foto para comprovar o feito:

E agora, com Bioshock 2 terminado, devo dar um pouco mais de atenção a outros jogos da minha fila que estão aguardando serem platinados, como Fallout 3, Final Fantasy XIII, Red Dead Redemption, etc. Mas não pude deixar de aproveitar uma promoção que estava tendo nessa semana de dezembro na PSN, e comprei o jogo Trine por $4,99.

O Trine 2 foi lançado também, e juntamente com ele, veio essa promoção. Como já tinha vontade de jogar o primeiro e não costumo comprar lançamentos, vou me divertindo com o Trine 1 enquanto o 2 baixa de preço. 🙂

[JOGAÇO] Os melhores da geração

Publicado: 9 dezembro, 2011 em Games
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A geração atual de videogames, apesar de não estar mais no seu auge, ainda está longe de acabar. Ainda bem, porque sou gamer pobre e sem tempo e não dá pra ficar acompanhando ritmos desenfreados de atualização tecnológica.

Apesar disso, já tenho alguns jogos que posso eleger como os melhores da geração, e mesmo que essa lista cresça futuramente, os que irei relatar aqui tem lugar cativo, não saem de jeito nenhum.

Como possuo apenas um PS3, não posso falar no âmbito geral. Tenho certeza que há jogos de XBOX 360 e Wii excelentes, mas como não experimentei, não irei opinar sobre eles. Mas alguns jogos da lista são multi-plataforma, então tá valendo.

Mirror’s Edge

Capa do Mirror's Edge - PS3

Once the city used to pulse with energy, dirty and dangerous, but alive and wonderful.

Jogo fantástico, e infelizmente, menosprezado, Mirror’s Edge foi paixão à primeira vista assim que terminei de jogar sua versão demo no PS3. A cidade onde se passa o jogo é um lugar onde eu gostaria de morar. Ela passa a sensação de ser um lugar perfeito, pois é impecavelmente limpa, sem distúrbios, e livre de problemas como criminalidade, por exemplo.

E é exatamente por isso que Faith, a protagonista do jogo, faz o que faz. Ela sabe que a aparente utopia vivida pela cidade é nada mais do que fruto de um governo controlador invasivo, que submete os moradores a uma espécie de Big Brother de proporções épicas. Monitorando essencialmente toda e qualquer forma de comunicação trocada entre dois indivíduos, este governo sabe de tudo que está acontecendo, tornando possíveis revoltas e golpes de estado praticamente inviáveis, devido à falta de sigilo de seus organizadores.

Faith faz parte de um grupo de runners, praticantes da modalidade esportiva Le Parkour. Sua missão é levar mensagens de um ponto a outro da cidade, possibilitando, assim, comunicação sigilosa entre as pessoas. Uma forma de resistência que o governo tenta constantemente coibir, enviando suas forças policiais atrás dos runners.

O jogo tem perspectiva em primeira-pessoa, mas não é essencialmente um FPS, pois as armas são muito pouco utilizadas e praticamente colocadas de lado.  O foco do jogo é na velocidade, acrobacias e fuga, além da sensação vertiginosa de estarmos executando saltos e cambalhotas no topo de arranha-céus há vários metros das ruas. Por várias vezes você se verá saltando do topo de um prédio a outro, e um mínimo erro de cálculo te manda direto pro asfalto.

Tela de Mirror's Edge

Visualmente, o jogo também me impressionou. Na contramão de vários jogos dessa geração, Mirror’s Edge possui um visual claro e brilhante, com predominância de cores fortes e vivas, como vermelho, amarelo e branco. O dia está sempre ensolarado e realçando essas cores. Ótimos gráficos, mesmo pra um jogo do início da vida do PS3.

Sua trilha sonora é minimalista e não merece muito destaque, mas a música tema Still Alive, de Lisa Miskovsky, é cativante e totalmente adequada à proposta do jogo.

A história de Mirror’s Edge não é das mais épicas, mas é competente e entrete o jogador. Seu maior defeito é ser curta demais.

Esse jogo eu tenho na coleção e não sairá por nada. Estou ansioso e na torcida por uma sequência. Vale conferir.

Bioshock

Capa do Bioshock 2 - PS3

Crush him, Mr. B!!!

Assim como Mirror’s Edge, Bioshock me ganhou logo na sua versão demo.

Ao contrário dos FPS atuais, Bioshock é, na minha visão, um FPS à moda antiga. Assim como em Doom, Duke Nukem e Quake, por exemplo, você tem, nas fases, um mapa para explorar, e precisa cumprir objetivos como pegar uma chave, mover uma alavanca ou conseguir um item para poder progredir. Jogos mais atuais e badalados, como Call of Duty e Battlefield 3, te colocam em uma experiência cinematográfica hollywoodiana, mas basicamente você anda pra frente, passando por checkpoints e enfrentando inimigos, sem muita profundidade. Não é o mesmo com Bioshock.

O jogo conta a história de Jack, passageiro de um vôo que cai inexplicavelmente no meio do Oceano Atlântico. Como único sobrevivente do desastre, Jack nada até um farol ali perto. Ao explorá-lo, encontra uma Bathysphere (uma espécie de veículo submarino utilizado para explorar as profundezas do oceano), que o leva até a cidade submersa de Rapture, uma visão utópica criada pelo visionário Andrew Ryan. Logo Jack vê que precisa escapar da cidade desolada, e acaba descobrindo mais sobre a mesma, seu criador, e seu próprio passado.

A ambientação do jogo é fantástica, te colocando numa cidade submersa a quilômetros de profundidade. A sensação de claustrofobia é evidente, e dá a impressão de que as redomas de vidro, que protegem os corredores, vão rachar a qualquer momento, deixando a água entrar e te matar afogado. Além disso, há a questão da cidade totalmente pilhada e arruinada por uma guerra civil, e seus moradores são ameaçadores.

Tela Bioshock

Uma característica da jogabilidade que separa o jogo dos demais é o uso dos Plasmids – que são modificações genéticas “enlatadas” que você pode utilizar para modificar o seu DNA e obter poderes como soltar raios, controlar objetos à distância, hipnotizar inimigos, etc. Um dos motivos para a queda de Rapture gira em torno dos Plasmids.

A dupla que ilustra a capa será uma constante na vida de Jack. As Little Sisters (as garotinhas) são responsáveis por coletar e estocar uma substância chamada ADAM, que é escassa e utilizada para obter os Plasmids. Logo podemos perceber que as menininhas são ferozmente cobiçadas pelos moradores. Por isso mesmo, elas são acompanhadas pelos Big Daddies, brutamontes em roupa de mergulhadores, responsáveis por sua segurança e por matar com requintes de crueldade qualquer um que ouse ameaçar a integridade de uma Little Sister.

Para se dar bem no jogo, você também precisa de ADAM, e consequentemente, das Little Sisters… e isso significa ter que passar pelos Big Daddies, tarefa nada fácil, que irá exigir estratégia e variedade.

Bioshock é um dos grandes jogos dessa geração, se você não conferiu, não sabe o que está perdendo.

Série Uncharted

Capa Uncharted Dual Pack - PS3

Yeah. You jump, count to five, and pull the cord. How hard can that be?

A série Uncharted dispensa comentários. Exclusiva do PS3, é uma das franquias de maior sucesso do console.

Uncharted, ao contrário dos outros dois jogos desta lista, não traz muita coisa de inovador (é claramente inspirado em Indiana Jones e nos jogos da série Tomb Raider), porém executa sua proposta com tamanha competência que isso não chega a ser um defeito. Pelo contrário, jogar Uncharted equivale a assistir um bom filme de ação com enredo Sessão da Tarde. E isso de forma alguma é ruim.

Tela de Uncharted: Drake's Fortune

O jogo te põe na pele de Nathan Drake, um caçador de tesouros, cuja motivação é viajar o mundo descobrindo vários mistérios históricos. O que diferencia Drake do protagonista usual de jogos de ação (principalmente os que envolvem tiroteio) é que ele é um cara normal, com bom-humor, sensatez de pensamentos e reflexos que indicam medo e cautela. Por exemplo, em uma sequência de tiroteio, Drake reagirá a tiros resvalando perto de sua posição, com aquele reflexo instantâneo e voluntário de tirar a cabeça do caminho e fechar os olhos.

Tela de Uncharted 2: Among Thieves

Os gráficos dos dois jogos são espetaculares, com uma riqueza de detalhes pouco vista nos jogos atuais. Por exemplo, quando Drake entra e sai da água, podemos notar sua roupa totalmente encharcada e enrugada. Selvas, ruínas, vilas e outros ambientes são reproduzidos com total esmero, capricho e cuidado. A dublagem também é executada com maestria, cada ator foi escolhido para adequar-se à personalidade de seu personagem.

Os momentos épicos nos quais o jogo te coloca contribuem para torná-lo inesquecível, principalmente na segunda aventura, onde passamos por selvas, montanhas cobertas de gelo, museus e até em cima de um trem em movimento.

Uncharted entra para esta lista com louvor, e em breve espero poder comprar a terceira aventura (já lançada).

Fiz alguns progressos na confecção dos menus. Criei um conjunto de classes que me permitam:

  • Criar um menu novo e posicioná-lo;
  • Adicionar items a este menu;
  • Desenhá-lo;
  • Executar as ações associadas a cada item através do ENTER.

No caso da imagem abaixo, tenho um Menu com 3 itens: New Game (Novo Jogo), Options (Opções) e Exit (Sair).

Tela de título, agora com Menu.

Cada item tem seu comportamento específico. Neste caso aqui, cada item vai levar a uma tela diferente. New Game vai levar à tela de jogo, Options, à tela de opções, e Exit vai sair do jogo. Outro comportamento planejado  para um item de menu será alterar valores, que é o que será feito quando a parte de Opções estiver funcionando.

Outra melhoria feita desde o último release foi a correção da transparência de alguns objetos, como a cobrinha e a comida. Mudei alguns gráficos também para ficar mais de acordo com o que eu quero, mas vai melhorar ainda. As imagens estão numa resolução muito ruim, tive que redimensionar os tiles de 32×32 para 20×20, perdendo qualidade. Das duas uma: ou farei tiles no Paint com a resolução 20×20 ou passarei a usar tiles 32×32 (mais provável, porquê sou muito ruim de desenho).

Problema das transparências corrigido

Espero estar com toda a etapa do menu em ordem até segunda-feira (31/08/2009). Aí então, solto uma nova versão do jogo.