Eu quero morar em Skyrim

Publicado: 8 março, 2012 em Games, Originalidade

Já estou jogando Skyrim a quase uma semana, e nos poucos momentos de tempo livre que possuo, já deu pra perceber que o jogo melhorou o seu antecessor, Oblivion, em muitos aspectos.

A jogabilidade ficou mais simples. Algumas coisas que adicionavam complexidade (como o desgaste de armas e minigames de lábia) foram removidas em prol de uma mecânica mais amigável aos iniciantes na franquia. Os fãs mais fervorosos podem achar ruim este tipo de mudança, mas eu acho que é mais um reflexo da vida que os gamers mais velhos levam hoje em dia. Já temos que dividir o tempo entre família, trabalho e os jogos, e ter que se preocupar com esses detalhes em um jogo eletrônico não é sempre tão satisfatório. Lembro que gostei do mesmo tipo de simplificação do GTA IV em relação ao San Andreas.

Os gráficos estão muito mais bonitos! Em Oblivion, um jogo de 2006, os gráficos já eram impressionantes, e a barra subiu ainda mais com Skyrim. A ambientação do jogo (as montanhas geladas, ao norte [CONFIRMAR] de Tamriel) contribui muito, as cadeias de montanhas geladas contrastando com a luz do sol são de deixar o queixo caído. Podemos ver aves voando no céu, vida selvagem pelas florestas, e quando estamos numa montanha mais alta, o vento passando rasante pelas cadeias rochosas. Tudo contribuindo para inserir o jogador naquele universo. Melhor que isso, só jogando em época fria. Chega logo junho :-D!

Isso porque estou jogando em um PS3, só posso imaginar como é a experiência em um PC com hardware adequado, com todas as configurações no máximo.

Minha personagem, como disse no post anterior, é uma Wood Elf, raça que (segundo o jogo) é mais adequada ao uso de arco-e-flecha. É satisfatório poder limpar uma dungeon inteira praticamente usando só furtividade e flechadas certeiras na cabeça, sem que nenhuma alma viva perceba que você esteve por lá. Para complementar, futuramente devo ensiná-la a utilizar magias da classe Illusion, como a de invisibilidade.

Dois pontos que quero melhorar para aumentar a eficácia da minha Wood Elf são:

1) Alquimia (habilidade de fazer poções e venenos): se o seu alvo não for um humano, um mero lobo, ou algum inseto, uma flechada certeira às vezes não dá conta, envenenar uma flecha aumenta e muito o seu poder de ataque. Derrubar trolls, leões-da-montanha e aranhas gigantes, por exemplo, fica muito mais fácil com uma flecha envenenada. Eles podem não cair na primeira flechada, mas serão enfraquecidos o bastante para uma segunda flechada ou até uma espadada / magia terminar o serviço.

2) Magias da classe Destruction: utilizo como um complemento quando as flechadas não dão conta e preciso “cair na mão” com os inimigos. A magia ainda está muito fraquinha, funcionando bem só contra alguns tipos de monstros mais fracos, como os Draughs. Tenho preferência pela magia Flames.

Já matei dois dragões, sou oficialmente um Dragonborn. E já recebi treinamento dos Graybeards para aperfeiçoar a habilidade inerente aos Dragonborns: os Shouts.

A foto a seguir foi o que inspirou o título deste post:

As cadeias de montanhas de Skyrim, banhadas pelo pôr-do-sol.

Direto da minha TV.

Eu particularmente adoro o clima mais frio, logo minha preferência por serra, regiões montanhosas, onde o clima é mais ameno. O clima de Skyrim está longe de ser ameno, mas suas belíssimas paisagens e a era medieval que sempre me encantou quando criança, me fazem querer morar lá.

Em breve mais posts sobre essa incrível aventura.

Anúncios

Começa 2012, e uma de minhas resoluções pessoais era esvaziar meu backlog de jogos ainda não terminados / platinados. Jogos como Fallout 3, Final Fantasy XIII, Call of Duty Modern Warfare 2 e Black Ops, além dos digitais Dead Nation, Trine, Infamous (que ainda nem comecei a jogar) me dão material para ainda mais um ou dois anos de entretenimento sem precisar gastar mais um centavo com jogos.

Mas já chutei a resolução de ano novo pra lá e comprei este que já estava cobiçando há muito tempo: The Elder Scrolls V: Skyrim!

Meu mais novo portal para um mundo fantástico!

Até hoje me arrependo de ter trocado meu Oblivion no TrocaJogo, e espero não cometer o mesmo erro com este.

Comprei no sábado e chegou às minhas mãos ontém (terça-feira, 3 dias depois). Foi comprado na seção de games da Animaloja. Estão aprovadíssimos na qualidade do produto e no prazo de entrega, mas precisam urgentemente repor o estoque (comprei o jogo lá e está indisponível – peguei o último!).

Hoje antes de vir pro trabalho consegui jogar uma hora do game (pretendia fazer isso ontém, mas as obrigações de adulto pesam nessas horas… tive que sair pra fazer compras de mês e voltei tarde pra casa). Segue abaixo um mini-jornal do que eu fiz:

O portal começando a se abrir...

O jogo, assim como o antecessor Oblivion, começou com o meu personagem sendo um prisioneiro. Neste caso, estava prestes a ser executado (injustamente), mas na hora que o carrasco ia descer o machado um dragão atacou a cidade, permitindo a minha fuga. Os dragões são fundamentais no enredo do jogo, já que o meu personagem está predestinado a ser o Dovahkinn (Dragonborn), o destinado a matar dragões.

No meu caso, “a” Dovahkinn. Criei uma personagem mulher, arqueira, Wood Elf, e seu nome é Andrea, em homenagem à personagem homônima de The Walking Dead. E assim como no Fallout 3 (onde também tenho uma personagem mulher chamada Andrea), irei focar nas habilidades de stealth e sniper dela, pra poder eliminar os inimigos sem que eles me vejam.

Após me refugiar numa torre enquanto a cidade queima lá fora, dois outros prisioneiros me ajudam a escapar da cidade. Este processo de fuga serve como o tutorial do game, onde peguei meus primeiros equipamentos, aprendi alguns truques como andar agachado (no modo stealth), fazer lockpicking (arrombar trancas), e principalmente, o combate com soldados inimigos.

Após conseguir com sucesso fugir da cidade através de uma passagem subterrânea, meu companheiro me aconselha a ir até Rivenwood, uma outra cidade perto dali. Ele diz que é mais prudente nos separarmos e cada um seguir seu caminho, mas como ele mesmo vai até Rivenwood eu pude acompanhá-lo. Mas como em Skyrim (assim como Oblivion), você pode fazer o que quiser, no caminho encontrei uma mina habitada por bandidos, e resolvi entrar pra explorar. Meu companheiro de outrora não veio comigo, e presumo que tenha seguido para seu destino original. Matei alguns bandidos, peguei tesouros, ganhei meu primeiro level (assim como Fallout, você ganha um perk pra gastar ao subir de nível) e salvei. Era hora de vir trabalhar. Uma pena, já estou doido pra voltar a jogar novamente.

Skyrim promete meses, senão anos de diversão.

[PLATINADO] Bioshock 2

Publicado: 2 janeiro, 2012 em Games, Originalidade
Tags:

Ufa! Depois de um tempão enrolando finalmente peguei esse troféu de platina.

Bioshock 2 é um bom jogo, mas não é tão bom quanto o antecessor. E o que mais me fez demorar a completar os seus troféus foi a obrigação de jogar o modo online horas a fio, o que não é nada divertido.

Depois de passar semanas pra chegar no nível 40 do multiplayer, acabei encostando o jogo mais um pouco, pelo menos mais aliviado por essa parte medonha ter passado. Finalmente, nas últimas semanas de 2011 engrenei o single-player e finalmente peguei os últimos troféus! Só faltavam mais uns 4, na verdade, mas tive que rejogar quase o jogo todo novamente, pois perdi alguns na primeira jogada, como o de pesquisa de inimigos e o de terminar o jogo sem matar os NPCs (quando você tem escolha para tal).

Taí, a última platina de 2011, fechando o ano com 10 platinas! 🙂

Segue foto para comprovar o feito:

E agora, com Bioshock 2 terminado, devo dar um pouco mais de atenção a outros jogos da minha fila que estão aguardando serem platinados, como Fallout 3, Final Fantasy XIII, Red Dead Redemption, etc. Mas não pude deixar de aproveitar uma promoção que estava tendo nessa semana de dezembro na PSN, e comprei o jogo Trine por $4,99.

O Trine 2 foi lançado também, e juntamente com ele, veio essa promoção. Como já tinha vontade de jogar o primeiro e não costumo comprar lançamentos, vou me divertindo com o Trine 1 enquanto o 2 baixa de preço. 🙂

[JOGAÇO] Os melhores da geração

Publicado: 9 dezembro, 2011 em Games
Tags:

A geração atual de videogames, apesar de não estar mais no seu auge, ainda está longe de acabar. Ainda bem, porque sou gamer pobre e sem tempo e não dá pra ficar acompanhando ritmos desenfreados de atualização tecnológica.

Apesar disso, já tenho alguns jogos que posso eleger como os melhores da geração, e mesmo que essa lista cresça futuramente, os que irei relatar aqui tem lugar cativo, não saem de jeito nenhum.

Como possuo apenas um PS3, não posso falar no âmbito geral. Tenho certeza que há jogos de XBOX 360 e Wii excelentes, mas como não experimentei, não irei opinar sobre eles. Mas alguns jogos da lista são multi-plataforma, então tá valendo.

Mirror’s Edge

Capa do Mirror's Edge - PS3

Once the city used to pulse with energy, dirty and dangerous, but alive and wonderful.

Jogo fantástico, e infelizmente, menosprezado, Mirror’s Edge foi paixão à primeira vista assim que terminei de jogar sua versão demo no PS3. A cidade onde se passa o jogo é um lugar onde eu gostaria de morar. Ela passa a sensação de ser um lugar perfeito, pois é impecavelmente limpa, sem distúrbios, e livre de problemas como criminalidade, por exemplo.

E é exatamente por isso que Faith, a protagonista do jogo, faz o que faz. Ela sabe que a aparente utopia vivida pela cidade é nada mais do que fruto de um governo controlador invasivo, que submete os moradores a uma espécie de Big Brother de proporções épicas. Monitorando essencialmente toda e qualquer forma de comunicação trocada entre dois indivíduos, este governo sabe de tudo que está acontecendo, tornando possíveis revoltas e golpes de estado praticamente inviáveis, devido à falta de sigilo de seus organizadores.

Faith faz parte de um grupo de runners, praticantes da modalidade esportiva Le Parkour. Sua missão é levar mensagens de um ponto a outro da cidade, possibilitando, assim, comunicação sigilosa entre as pessoas. Uma forma de resistência que o governo tenta constantemente coibir, enviando suas forças policiais atrás dos runners.

O jogo tem perspectiva em primeira-pessoa, mas não é essencialmente um FPS, pois as armas são muito pouco utilizadas e praticamente colocadas de lado.  O foco do jogo é na velocidade, acrobacias e fuga, além da sensação vertiginosa de estarmos executando saltos e cambalhotas no topo de arranha-céus há vários metros das ruas. Por várias vezes você se verá saltando do topo de um prédio a outro, e um mínimo erro de cálculo te manda direto pro asfalto.

Tela de Mirror's Edge

Visualmente, o jogo também me impressionou. Na contramão de vários jogos dessa geração, Mirror’s Edge possui um visual claro e brilhante, com predominância de cores fortes e vivas, como vermelho, amarelo e branco. O dia está sempre ensolarado e realçando essas cores. Ótimos gráficos, mesmo pra um jogo do início da vida do PS3.

Sua trilha sonora é minimalista e não merece muito destaque, mas a música tema Still Alive, de Lisa Miskovsky, é cativante e totalmente adequada à proposta do jogo.

A história de Mirror’s Edge não é das mais épicas, mas é competente e entrete o jogador. Seu maior defeito é ser curta demais.

Esse jogo eu tenho na coleção e não sairá por nada. Estou ansioso e na torcida por uma sequência. Vale conferir.

Bioshock

Capa do Bioshock 2 - PS3

Crush him, Mr. B!!!

Assim como Mirror’s Edge, Bioshock me ganhou logo na sua versão demo.

Ao contrário dos FPS atuais, Bioshock é, na minha visão, um FPS à moda antiga. Assim como em Doom, Duke Nukem e Quake, por exemplo, você tem, nas fases, um mapa para explorar, e precisa cumprir objetivos como pegar uma chave, mover uma alavanca ou conseguir um item para poder progredir. Jogos mais atuais e badalados, como Call of Duty e Battlefield 3, te colocam em uma experiência cinematográfica hollywoodiana, mas basicamente você anda pra frente, passando por checkpoints e enfrentando inimigos, sem muita profundidade. Não é o mesmo com Bioshock.

O jogo conta a história de Jack, passageiro de um vôo que cai inexplicavelmente no meio do Oceano Atlântico. Como único sobrevivente do desastre, Jack nada até um farol ali perto. Ao explorá-lo, encontra uma Bathysphere (uma espécie de veículo submarino utilizado para explorar as profundezas do oceano), que o leva até a cidade submersa de Rapture, uma visão utópica criada pelo visionário Andrew Ryan. Logo Jack vê que precisa escapar da cidade desolada, e acaba descobrindo mais sobre a mesma, seu criador, e seu próprio passado.

A ambientação do jogo é fantástica, te colocando numa cidade submersa a quilômetros de profundidade. A sensação de claustrofobia é evidente, e dá a impressão de que as redomas de vidro, que protegem os corredores, vão rachar a qualquer momento, deixando a água entrar e te matar afogado. Além disso, há a questão da cidade totalmente pilhada e arruinada por uma guerra civil, e seus moradores são ameaçadores.

Tela Bioshock

Uma característica da jogabilidade que separa o jogo dos demais é o uso dos Plasmids – que são modificações genéticas “enlatadas” que você pode utilizar para modificar o seu DNA e obter poderes como soltar raios, controlar objetos à distância, hipnotizar inimigos, etc. Um dos motivos para a queda de Rapture gira em torno dos Plasmids.

A dupla que ilustra a capa será uma constante na vida de Jack. As Little Sisters (as garotinhas) são responsáveis por coletar e estocar uma substância chamada ADAM, que é escassa e utilizada para obter os Plasmids. Logo podemos perceber que as menininhas são ferozmente cobiçadas pelos moradores. Por isso mesmo, elas são acompanhadas pelos Big Daddies, brutamontes em roupa de mergulhadores, responsáveis por sua segurança e por matar com requintes de crueldade qualquer um que ouse ameaçar a integridade de uma Little Sister.

Para se dar bem no jogo, você também precisa de ADAM, e consequentemente, das Little Sisters… e isso significa ter que passar pelos Big Daddies, tarefa nada fácil, que irá exigir estratégia e variedade.

Bioshock é um dos grandes jogos dessa geração, se você não conferiu, não sabe o que está perdendo.

Série Uncharted

Capa Uncharted Dual Pack - PS3

Yeah. You jump, count to five, and pull the cord. How hard can that be?

A série Uncharted dispensa comentários. Exclusiva do PS3, é uma das franquias de maior sucesso do console.

Uncharted, ao contrário dos outros dois jogos desta lista, não traz muita coisa de inovador (é claramente inspirado em Indiana Jones e nos jogos da série Tomb Raider), porém executa sua proposta com tamanha competência que isso não chega a ser um defeito. Pelo contrário, jogar Uncharted equivale a assistir um bom filme de ação com enredo Sessão da Tarde. E isso de forma alguma é ruim.

Tela de Uncharted: Drake's Fortune

O jogo te põe na pele de Nathan Drake, um caçador de tesouros, cuja motivação é viajar o mundo descobrindo vários mistérios históricos. O que diferencia Drake do protagonista usual de jogos de ação (principalmente os que envolvem tiroteio) é que ele é um cara normal, com bom-humor, sensatez de pensamentos e reflexos que indicam medo e cautela. Por exemplo, em uma sequência de tiroteio, Drake reagirá a tiros resvalando perto de sua posição, com aquele reflexo instantâneo e voluntário de tirar a cabeça do caminho e fechar os olhos.

Tela de Uncharted 2: Among Thieves

Os gráficos dos dois jogos são espetaculares, com uma riqueza de detalhes pouco vista nos jogos atuais. Por exemplo, quando Drake entra e sai da água, podemos notar sua roupa totalmente encharcada e enrugada. Selvas, ruínas, vilas e outros ambientes são reproduzidos com total esmero, capricho e cuidado. A dublagem também é executada com maestria, cada ator foi escolhido para adequar-se à personalidade de seu personagem.

Os momentos épicos nos quais o jogo te coloca contribuem para torná-lo inesquecível, principalmente na segunda aventura, onde passamos por selvas, montanhas cobertas de gelo, museus e até em cima de um trem em movimento.

Uncharted entra para esta lista com louvor, e em breve espero poder comprar a terceira aventura (já lançada).

Rise from your grave!

Publicado: 7 dezembro, 2011 em Outros
Tags:

E estamos de volta!

Após longos 2 anos sem postar, estou retomando o Seja Original.

Aconteceu bastante coisa nesse meio tempo, e as prioridades se reajustaram, o blog foi pro fundo da lista, obviamente.

Não sei por quanto tempo (e em que frequência) vou manter o fluxo de posts novamente, mas espero ter mais novidades pra contar. O que estou jogando, o que quero comprar e opiniões gerais.

Até mais!

Apesar do atraso para liberar este release, não deixei de trabalhar no Snake Clone. As mudanças foram poucas, mas o projeto já está em sua reta final.

Mudanças:

  • Corrigido bug na saída do programa, agora não dá mais erro (pelo menos nos testes que fiz).
  • Aumentei o tamanho dos tiles de 20×20 para 32×32 pixels;
  • Criei uma tela de créditos, com o autor do projeto e libs / recursos utilizados.
Tela de créditos

Tela de créditos

Próximos passos:

  • Criar gráficos mais de acordo com a temática do Snake;
  • Encerrar o projeto! 😀

Como dito acima, o release 5 da semana que vem deve ser o último com mudanças significativas, já que consegui atingir o meu objetivo: criar um jogo completo, ainda que simples. Digo que “deve”, pois posso ter mais alguma idéia e novos releases serão gerados. Mas não vou seguir a regra de fazê-los toda segunda-feira.

Após o último release, pretendo focar no código-fonte:

  • Limpeza (retirar variáveis que não uso mais, apagar código comentado, etc.);
  • Documentação ao estilo Doxygen;
  • Utilizar uma ferramenta de profiling (provavelmente o gprof) para otimizar possíveis gargalos;
  • Liberar o código-fonte para estudo.

Download

Faça o download aqui.

Snake Clone Release 3

Publicado: 31 agosto, 2009 em Games, Programação, Snake Clone

Update da semana!

O Snake Clone vai caminhando a passos lentos, porém está avançando! 😀

Neste release temos os menus funcionando corretamente,  com um menu de opções para configurar as características (algumas ainda) do jogo.

Imagens:

Menu Principal

Menu de opções

Outras mudanças:

  • Suporte a screenshots. As telas deste post foram retiradas usando o jogo, e não o PrintScreen do Windows. Bem mais cômodo 🙂
  • Exibição de mensagens informativas no alto da tela. Por exemplo, quando se tira uma screenshot, aparece algo como “Screenshot <caminho-e-nome-do-arquivo> saved.”
  • Adicionados 2 campos ao arquivo de configuração:  resolution_w e resolution_h, substituindo o campo resolution anterior (devo voltar para um campo apenas no próximo release, e deixar configurável nas opções).

Fique atento ao LEIAME.txt que vem no release. Lá tem as descrições dos controles e informações gerais.

Próximo release:

  • Vou dar um tempo nas funcionalidades para focar na correção do bug que acontece quando se sai do jogo (um crash inofensivo, porém irritante).

Download:

Clique aqui para baixar.