Novo Projeto: Break-A-Noid

9 Setembro, 2008 sejaoriginal 1 comentário

O Break-A-Noid é um clone de Arkanoid que estou fazendo nas horas vagas. Ele ainda está bem simples, pois está em um estágio preliminar de desenvolvimento. Estou exercitando C++ e Allegro, puramente por diversão, e estou mostrando os resultados que obtive até agora. Futuramente pretendo, quando o jogo estiver finalizado, documentá-lo completamente com a sintaxe do Doxygen, e postarei as experiencias aqui tambem, talvez na forma de um tutorial.

Dê uma conferida na página de projetos!

Google Chrome, o browser que não te atrapalha

Talvez vocês já tenham notado, afinal o link está logo abaixo da caixa de pesquisa do Google, mas foi anunciado o Google Chrome, novo browser construído pelos caras.

A proposta do Chrome é, em resumo, desenvolver um browser do zero, levando em conta as necessidades dos usuários Web atuais, que fazem muito mais do que visitar meras páginas estáticas. Hoje em dia, os browsers são utilizados para várias tarefas que não se imaginava antes, tais como editar documentos, chat, assistir vídeos, etc.

O Google Chrome ainda promete ser seguro, rápido e minimalista, ou, nas próprias palavras deles, “um browser que não te atrapalha.”

Eu não vou poder testar tão cedo:( …  Estou sem Internet em casa e aqui na empresa não deixam instalar softwares sem seguir um rígido padrão. Então vou ficar devendo um review, mas quem quiser comentar suas impressões, a casa é sua!

Mais informações (em inglês)

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Video Games Live 2008

27 Agosto, 2008 sejaoriginal 2 comentários

Tommy Tallarico e Jack Wall estarão de volta ao Brasil este ano, com a turnê Video Games Live. Este ano, as cidades contempladas são Brasília (28 de Setembro) e Rio (25 de outubro), como no ano passado, além de Curitiba (a novidade deste ano, no dia 2 de outubro). São Paulo, infelizmente, ficou de fora desta vez. No Rio, o show será no Canecão Petrobrás, e os ingressos já estão à venda. O evento reúne vários gamers aficcionados (como eu) em um espetáculo com luzes e orquestra, onde trilhas sonoras de várias obras do mundo dos games são tocadas, como as dos clássicos Super Mario, Zelda, Metal Gear Solid, Sonic e Final Fantasy, entre outros; além dos (não tão) mais recentes Halo, World of Warcraft, Starcraft 2 e etc.

 

Temas clássicos orquestrados. Isso é VGL!!!

Temas clássicos orquestrados. Isso é VGL!!!

 

Para quem é fã, vale a pena. Doses cavalares de nostalgia, boa música e vários nerds reunidos em sociedade prestigiando o evento. Dá até pra levar aquele parente não-gamer, com o pretexto de que será uma “apresentação de orquestra”. Já li muitos relatos de que pessoas que não se interessavam por jogos foram ao show e saíram de lá impressionadas e surpresas com a qualidade das trilhas sonoras.

Eu fui ao evento do ano passado, e é simplesmente inesquecível. Vale a pena mesmo. Quero repetir a dose este ano, e de quebra, levarei minha esposa (pra ver se consigo semear mais um pouquinho da cultura gamer nela… hehehe). Só duas coisas poderiam me impedir, além da vontade de Deus, claro:

  1. Grana… mesmo a pista tem um preço meio salgado: R$ 80. Mas é o padrão para shows dessa magnitude.
  2. Eleições. Grrr! O show cai no dia das eleições para prefeito e vereador, e eu vou trabalhar de (ARGH!) mesário!!! Terei que sair correndo pra não chegar atrasado.

Se bem que, com a vontade que estou de ver os caras de novo, não dá pra deixar esses pequenos obstáculos atrapalharem.

E você, vai também? Comente!

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Lendo o manual do GMail

Hoje de manhã eu abri minha caixa de e-mail do Gmail. Estava lá… Inbox com 1617 mensagens não-lidas. Fruto do meu relaxamento em arquivar as mensagens, acabei deixando a caixa de entrada entulhada com mensagens que já não faziam nenhum sentido. Entre mensagens relevantes e automáticas, o número não me causava muito desconforto, mas hoje resolvi arrumar a casa.

Então comecei. Vamos lá… primeira página do e-mail (50 e-mails por página). Quero arquivar as mensagens lidas primeiro, para depois ler alguma mensagem que possa ter deixado passar antes de arquivá-la. Mas reparei numa coisa… não tem um botão “Selecionar todas as mensagens lidas”! Eu teria que navegar por mais de 100 páginas pra poder selecionar e arquivar as mensagens que eu queria!!! PUTZ!!! :P

Pensei: deve ter um jeito melhor. Então fui ao Google e procurei algo do tipo “Select all read messages”. Então encontrei a solução neste link: usar as opções de busca do GMail.

Confesso que nunca dei bola, achando que só usar a busca básica seria o suficiente pra mim. Mas, tamanha a bagunça que estava na minha caixa de entrada, eu iria no mínimo perder a manhã inteira num processo mecânico, e não estava nem um pouco disposto a isso. Pela minha ignorância, deixei a caixa de entrada se tornar um caos completo. E eu que sempre critiquei quem sai usando os produtos sem ler o manual antes… shame on me.

Então, abrindo o Help do GMail, e de posse das opções avançadas de busca, tasquei lá no search: “in:inbox is:read”, que significa “todas as mensagens da caixa de entrada que já foram lidas”. E voilá! Todas as mensagens lidas, na minha mão, bastou clicar em Arquivar… e todo o trabalho de uma manhã inteira foi resumido a alguns segundos! Great!

Mas ainda não acabou… e as mensagens não lidas? Essas requeriam um pouco mais de cuidado, afinal de contas, posso ter deixado passar alguma coisa importante. Reparei que muitas mensagens são spams, notificações de recados no orkut e convites, entre outras “inutilidades”. Logo, fui filtrando caso a caso para mandar bala. Pegar todos os recados do orkut foi fácil: “in:inbox from:orkut”. Marquei todas como lidas e mandei pro arquivo. Fiz isso com todas as outras, e em menos de meia hora, minha caixa de entrada estava limpinha, cheirando a nova.

Conclusão: RTFM para mim. Conhecimento é poder, sempre.

Mais informações: Ajuda do Gmail

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Por que comprar original?

20 Agosto, 2008 sejaoriginal 2 comentários

Este é um assunto que, pelo menos aqui no Brasil, gera bastante polêmica. Por que diabos eu decidi comprar só jogos e filmes originais?

Poderia pensar, hoje, em vários motivos nobres: principalmente na área de jogos, eu estaria contribuindo para a indústria, desmotivando a pirataria e por conseqüência, se outras pessoas fizerem o mesmo, aumentando as chances do mercado brasileiro ter maior visibilidade lá fora. Mas essa era uma visão que eu não tinha até pouco tempo atrás. Meus motivos, a meu ver, não tem nada de nobres.

Quando eu tinha apenas um Playstation 1, eu tinha vários jogos piratas que comprava na feira de camelôs perto da minha casa. Com uma freqüência mensal, e muitas vezes semanal, eu ia lá e pegava um joguinho. Baratinho, R$ 10. Ainda não trabalhava, estava fazendo segundo grau, e era a oportunidade que eu tinha de conhecer os jogos que eu via na revista (na época, a saudosa Gamers) e que queria tanto jogar. Clássicos como Final Fantasy VII, VIII e IX, Grandia, Metal Gear Solid, Lunar, Breath of Fire, todos foram adquiridos nas barraquinhas.

Em contrapartida, a freqüência com que eu adquiria os jogos não me permitia desfrutar de todos em sua plenitude. Vários títulos ficaram por finalizar, ou quando terminava, deixava jogado em um canto esquecido, enquanto aproveitava a próxima novidade. Com raras exceções, os jogos tornavam-se praticamente descartáveis.

Não que eu tivesse pena dos joguinhos encostados, mas se fosse parar pra pensar quanta grana gastei em jogos que não aproveitei adequadamente,  acho que dava pra comprar um ou dois originais bem escolhidos. Outra coisa, os piratas não tem a mesma qualidade dos originais, seja na estética (capas dos jogos e CDs com fotos escaneadas e de baixa resolução, mídias arranhadas ou escritas com caneta piloto, etc.) ou no próprio conteúdo (vários jogos que eu comprei tinham problemas em algum aspecto, seja nas CGs, no som, na qualidade da imagem, etc.). Na época, eu nem ligava pra isso, mas quando comprei o primeiro original, fiquei apaixonado pela capa colorida, manual explicadinho (apesar de muitas vezes eu ignorá-lo de primeira – prefiro aprender a jogar jogando ;) ), mídia impecável e que funcionava sem problemas.

Mas por que eu comprei original, afinal de contas? Por medo, pura e simplesmente; você pode me chamar de rookie, newbie, até noob, depois de ler, mas é a mais pura verdade. Quando ganhei meu Playstation 2, em 2004, modelo Slim (que eu nem sabia existir, achei que ia pegar o tijolão – fiquei desinformado do mundo dos games quando entrei pra faculdade e o PS1 “caiu em desuso”), busquei várias informações para saber como desbloquear. O modelo Slim era recente, e por isso, não havia desbloqueio confiável: li vários relatos de PSTwo’s queimando, ou com desbloqueio imperfeito, ou estragando depois de um tempo. Claro, hoje em dia o processo está bem consolidado, mas eu não queria esperar, tampouco arriscar estragar o meu recém-adquirido console. A saída foi pegar original.

Foi assim com Final Fantasy X, o primeiro jogo original que eu comprei. Como era um jogo relativamente antigo, já tinha uns 3 anos, não estava tão caro, R$ 110 (bem mais do que os R$ 10 que eu costumava gastar nas feirinhas). Aí surgiu uma diferença. Como não dava pra comprar com a freqüência anterior (semanal, mensal), eu tive que me contentar com um jogo apenas por vários meses. Isso me permitiu aproveitá-lo adequadamente. Joguei várias vezes após zerar, descobrindo novos caminhos e segredos e reforçando o enredo. Depois de FFX vieram Gran Turismo 3, Dragon Quest VIII, Kingdom Hearts, e mais recentemente, Metal Gear Solid Essentials.

Hoje em dia, compro apenas originais. Além do valor agregado de colecionador, aproveito muito melhor a obra, além de ter apenas os jogos que eu realmente quero; quality over quantity. Não dá pra comprar sempre; mas sempre que compro, tenho a sensação de que valeu cada centavo gasto. E de brinde, ainda contribuo no combate à pirataria! :)

CategoriasGames, Originalidade

Aquisição: Metal Gear Solid Essentials

Comprei, semana passada, esta coletânea, que já era por mim cobiçada há bastante tempo: Metal Gear Solid: The Essential Collection.

 

 

A coletânea traz os três primeiros jogos da série Metal Gear Solid, que debutou no Playstation 1, e preparou o terreno para o também já lançado Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots.  Qualquer fã de Snake e cia. que se preze e que (por mais que isso pareça um paradoxo) não tenha jogado os jogos anteriores, tem agora a oportunidade de levar todos de uma vez só, pagando pelo preço de um. Ponto para a Konami e para Hideo Kojima.

 

 

Pensando bem agora… bem que a Konami poderia seguir a mesma lógica para Silent Hill, lançando um “Silent Hill Essential Collection” assim que a quinta versão estiver prestes a sair. Sonhar não custa nada =D! 

Agora só falta o Guns of The Patriots. E o PS3. E grana pra isso tudo… =-(

CategoriasGames

Boost 1.36 liberada

Hoje de manhã recebi um e-mail de uma lista de discussão que participo, anunciando a liberação da mais recente versão da Boost.

Esta versão traz como novidades, além de várias melhorias nas bibliotecas já existentes, 4 novas libs. São elas:

  • Accumulator: framework para cálculos incrementais e acumuladores estatísticos;
  • Exception: transporte de dados arbitrários em objetos de exceções (exception objects), e transporte de exceções entre threads;
  • Units: framework para análise dimensional e conversão de unidades e quantidades, com zero overhead;
  • Unordered: Containers associativos não-ordenados (ao contrário dos containers padrão da STL, set e map, que mantém a ordem dos seus elementos).

Assim que o meu computador chegar à minha nova casa, irei baixar e testar essa nova versão. Fiquei curioso, por Accumulator e Units, que me parecem particularmente interessantes em meio acadêmico.

CategoriasProgramação

Apresentação original

Bem-vindo a este que é meu primeiro blog.

Sou um fã entusiasta de jogos eletrônicos (ou um gamer, se preferir). Aqui pretendo escrever sobre este que é o meu hobby predileto, seja escrevendo reviews, seja falando sobre a área de desenvolvimento, que acabei adotando como hobby por consequência direta.

Além disso, dou-me a liberdade de escrever sobre qualquer outro assunto, relacionado ou não, a essas áreas, apesar de não ser o meu foco. Ainda estou aprendendo esse negócio de blogar =D.

Meu nome é Bruno, sou formado em Ciência da Computação pela Universidade Federal Fluminense, em Niterói, RJ.

O título do blog faz alusão ao fato de eu não ser um praticante da pirataria. Só compro jogos, filmes e livros originais, dando o devido valor aos produtos. Além do que, fã que é fã tem que ter o original =).

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