Logo de The Walking Dead: The Game

Nesta terça-feira, a atualização da PSN trouxe, além de várias novidades, alguns demos novos de jogos que eu estou interessado há algum tempo: Dragon’s Dogma e The Walking Dead: The Game.

A intenção era, neste post, falar das duas demos, mas como estou sem tempo pra me dedicar como gostaria ao PS3, vou falar de The Walking Dead, pois sou fã da franquia desde que a série de TV estreou, e eu acompanhei todos os episódios e li todos os quadrinhos. Hoje tentarei jogar o Dragon’s Dogma e faço novo post amanhã para deixar as impressões.

Pra quem não sabe, The Walking Dead é uma série de horror. O apocalipse zumbi tomou conta do planeta, devastando governos, dizimando milhões de pessoas e tornando a vida dos poucos sobreviventes um inferno. Os zumbis estão em toda parte, apenas querendo devorar carne fresca e nada mais. Os recursos são escassos, comida, água e moradia segura são relíquias defendidas até a morte pelos sobreviventes que conseguem se apoderar delas.

No game, diferente da série e dos quadrinhos, o protagonista não é o xerife Rick Grimes, e sim Lee Everett, um presidiário que estava sendo transferido e, após um acidente na viatura onde estava, acorda e se encontra no apocalipse zumbi, tendo que escapar dos mortos-vivos e procurar ajuda, com uma das pernas feridas.

O jogo foi desenvolvido pela Telltale Games, mesma desenvolvedora de Back to The Future: The Game. E, como tal, The Walking Dead também tem um estilo adventure e é dividido em episódios. Ao que parece teremos várias temporadas, e a primeira terá 5 episódios. O primeiro já está na PSN por $4,99.

The Walking Dead

Introduções feitas, vamos às impressões da demo:

Gráficos

Quem jogou BTTF sabe que o foco da Telltale Games não são gráficos realistas, e sim cartunizados e estilizados, como desenho animado. Com TWD não é diferente, os gráficos lembram muito o estilo cel-shading de ser, e o nível de detalhes não chega a impressionar. Mesmo assim, não achei que prejudicou a ambientação do jogo, passando a sensação de desolação com competência.

Jogabilidade

Como todo bom jogo no estilo adventure, você controla Lee pelo cenário e ao mesmo tempo movimenta um cursor em forma de cruz (com o direcional digital). Colocando este cursor em cima dos vários objetos espalhados pelo ambiente, você pode interagir de diversas formas. Pode apenas observar um objeto e ver o que Lee tem a dizer sobre ele, se for uma porta, pode bater para chamar quem quer que esteja do outro lado ou abrí-la. Nos momentos de tensão, como fugindo de um zumbi, você tem que pensar rápido para tomar algumas ações, como por exemplo, pegar um martelo perto de você e desferir golpes na cabeça do morto-vivo. Se isso não for feito rapidamente, fim de jogo. Quando eu joguei essa parte a sensação foi de desespero, quase não consigo fazer o comando direito.

História

Aqui não tem muito o que falar, afinal a demo é curtinha, infelizmente. Vi um vídeo da jogabilidade antes do lançamento da demo, e nela o jogador começa com Lee saindo do carro acidentado, e tendo que fugir dos zumbis da floresta até chegar à casa de Clementine. No demo já começamos na casa, e encontramos mais a frente dois outros sobreviventes que, após ajudarmos, nos ajudam a fugir dali de carro.

No geral, The Walking Dead: The Game me agradou. Talvez se eu não conhecesse a série, não me animaria tanto. Minha opinião neste caso é totalmente parcial. Estou empolgado pois o simples fato do jogo não seguir a série ou a HQ se torna interessante pois o universo de The Walking Dead será expandido. No aguardo dos próximos episódios e (se rolar) das próximas temporadas!

Logo Street Fighter x Tekken

Jogos de luta nunca foram o meu forte. Quando eu jogava no fliperama na época do colégio, torcia pra que ninguém viesse colocar contra mim no The King of Fighters ou no X-Men vs. Street Fighter, a perda da ficha era certa. Contra a máquina era razoavelmente bom, chegava longe em alguns jogos. Mas era só vir um oponente humano e vários fatores influenciavam: eu ficava nervoso, intimidado com o adversário, vários golpes não saíam, levava combos enormes e difíceis de fazer, tomava especial na cara direto e repetia os mesmos erros toda hora, facilitando a vida do meu adversário.
O tempo passou, parei de jogar em fliperamas por falta de tempo, namoro, faculdade, etc. A vida adulta roubando o espaço que antes pertencia aos jogos eletrônicos. Agora, casado, com filho pequeno e trabalhando, é cada vez mais difícil arrumar um tempinho pra jogar. Mas sigo jogando meu PS3 quando posso, sem me descuidar da família.

Surpreendentemente, mesmo sem muito talento para os jogos de luta atuais (Street Fighter IV me deixou frustrado por um tempo), achei muito fácil dominar a mecânica do Street Fighter x Tekken (ou pelo menos eu ACHO que domino, heheheh). Na minha primeira partida contra o computador, sem ter tocado no jogo anteriormente, consegui chegar ao final do jogo com a dupla Ryu e Kazuya, jogando no Médio. Agora só jogo no Hardest, pra ter mais dificuldade (e mesmo assim não acho tão difícil, o jogo é bem noob-friendly pelo visto).

Mesmo assim, não consegui me adaptar muito bem ao Ryu neste jogo. Não sei ao certo por que. Sempre é minha primeira escolha nos Street Fighters da vida, é um personagem equilibrado, com comandos fáceis de executar, qualquer iniciante parte pro Ryu ou pro Ken. Ou no caso de SF x T, para a dupla Ryu/Ken.

Kazuya em Street Fighter x Tekken

Resolvi testar outros personagens. Kazuya é titular absoluto, já jogava razoavelmente bem com ele no Tekken 5 (PS2) e o desempenho não é de todo mal neste jogo. Até ganhei algumas partidas online tendo ele na dupla. Tive bons resultados com Paul e com a Poison. Estou testando o Hugo também, sempre quis aprender a jogar com um brutamontes como ele ou o Zangief.

Replay Channel

Uma boa fonte de idéias, dentro do próprio jogo, é o Replay Channel. Nele, você entra, escolhe um “canal”, como por exemplo, Lutas de Alto Nível, senta e fica assistindo às lutas que são gravadas pelos próprios jogadores. Pode selecionar um canal específico de um personagem, para ver apenas lutas onde aquele personagem participa. Com o bom nível de jogadores que permeia a PSN, dá pra tirar umas idéias das várias lutas que estão registradas ali no Replay Channel (além de ter algo para assistir enquanto coloco meu filho para dormir, hehehehe). Outra boa fonte de informação é o Youtube. Eu acompanho o twitter do portal Shoryuken.com, eles estão sempre postando links de vídeos de campeonatos, ou de combos e tutoriais para os mais diversos jogos de luta.

Street Fighter x Tekken

No online eu estou falhando tão miseravelmente quanto era na época do fliperama, mas estou desencanando de tentar ganhar. Eu dou meu melhor, mas se perder, bola pra frente. A diversão é que importa.

E eu adoro acompanhar os torneios de fighting games, aguardo o Evo2k (que acontece no meio do ano) com ansiedade. Até lá, é continuar brincando e tentando melhorar.

Minha mais nova aquisição gamística!

Sou fã dos jogos de luta, apesar de ser um pato manco pereba nesses jogos. Na época do colégio já era horrível, agora então, com vida adulta e família pra sustentar…

Comprei porque um amigo meu do twitter está jogando também, e vamos nos confrontar online em breve. Enquanto isso, vou me acostumando com os personagens. Kazuya, com quem eu já jogava razoavelmente bem no Tekken 5, já está se configurando como meu principal personagens. Muitos golpes dele não mudaram, e foi fácil se adequar à jogabilidade 2D no estilo Street Fighter.

O problema vai ser encontrar outro personagem pra fazer dupla com ele. Hoje de manhã dei uma treinada com o Bob, mas não sei… tenho que achar um personagem com o qual eu me sinta confortável.

Olha a criança aí nas minhas mãos:

Capa do jogo Street Fighter x Tekken.

Comprei no MercadoLivre. Chegou rapidinho, uns 3 dias depois que comprei. Só não curti a capa e manual todos em espanhol… pra mim é mais ilegível que o inglês.

Agora é dividir a atenção com Skyrim.

[FITNESS] Caminhada dia 08/03/2012

Publicado: 9 março, 2012 em Outros
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Minha primeira caminhada nesta nova onda fitness! Espero tornar isso um hábito, algo que eu me sinta mal de não estar fazendo. Pois só assim vou conseguir chegar no meu objetivo.

Ontém caminhei pelo condomínio, por uma hora e dez minutos. Normalmente só caminho por 1h, mas tive que atender um telefonema no meio da atividade.

Estou utilizando uma app de iPhone para registrar meu progresso, o Pedometer.

Segue o registro da atividade:

Nada impressionante, mas é bom ter esse registro para comparar o desempenho com os próximos dias.

Caminhei 3,2km, dando 4416 passos, andando a uma velocidade média de 2,83km/h.
Tenho outro aplicativo aqui para registro de atividade física, o Nike + iPod, mas nunca usei, devo experimentá-lo nas próximas caminhadas. E conforme for, adoto um ou o outro.

Deu tempo de ouvir dois podcasts, o 99vidas (episódio 30) e o Nerdcast (episódio 272).

É isso aí, hoje tem de novo, minha esposa me convidou para andar com ela na esteira da academia. Vamos que vamos!

[FITNESS] Caminhada

Publicado: 8 março, 2012 em Uncategorized

Sou um sujeito sedentário e que se alimenta mal. Quero mudar pelo menos o sedentarismo em 2012.

Uma das minhas atividades físicas preferidas é a caminhada. Já emagreci uma vez quando fiz acompanhamento nutricional há alguns anos, e uma das atividades sugeridas era caminhar 3x por semana. Mas a preguiça tomou conta, cancelei a nutricionista que já estava cara, e fiquei acima do meu peso original (o famoso efeito sanfona).

Vamos ver se esse ano eu consigo manter o pique pelo menos para a caminhada. Com o tempo, pretendo ir mudando a alimentação também, baseado no conhecimento que obtive nas frustradas experiências anteriores.

Vou caminhar ao redor do meu condomínio, que tem uma ampla ciclovia onde posso andar à vontade.

E terei ótima companhia na atividade.

RSS Reader com minha lista de Podcasts

RSS Reader com meus podcasts favoritos

Sou viciado em podcasts, e agora com o iPhone (que comprei no finalzinho do ano passado) carrego eles sempre comigo.

Atualmente escuto:

  • Nerdcast;
  • Matando Robôs Gigantes;
  • 99vidas;
  • Papo de Gordo;
  • Cidade Gamer;
  • e Rapadura Cast (e Plus).

Fica aí a recomendação. Cultura, informação e muitas risadas garantidas.

Conforme fizer as caminhadas, post aqui para relatar e registrar. E quem sabe, se alguém se perder pelo blog e se identificar, ser motivado também.

Até!

Eu quero morar em Skyrim

Publicado: 8 março, 2012 em Games, Originalidade

Já estou jogando Skyrim a quase uma semana, e nos poucos momentos de tempo livre que possuo, já deu pra perceber que o jogo melhorou o seu antecessor, Oblivion, em muitos aspectos.

A jogabilidade ficou mais simples. Algumas coisas que adicionavam complexidade (como o desgaste de armas e minigames de lábia) foram removidas em prol de uma mecânica mais amigável aos iniciantes na franquia. Os fãs mais fervorosos podem achar ruim este tipo de mudança, mas eu acho que é mais um reflexo da vida que os gamers mais velhos levam hoje em dia. Já temos que dividir o tempo entre família, trabalho e os jogos, e ter que se preocupar com esses detalhes em um jogo eletrônico não é sempre tão satisfatório. Lembro que gostei do mesmo tipo de simplificação do GTA IV em relação ao San Andreas.

Os gráficos estão muito mais bonitos! Em Oblivion, um jogo de 2006, os gráficos já eram impressionantes, e a barra subiu ainda mais com Skyrim. A ambientação do jogo (as montanhas geladas, ao norte [CONFIRMAR] de Tamriel) contribui muito, as cadeias de montanhas geladas contrastando com a luz do sol são de deixar o queixo caído. Podemos ver aves voando no céu, vida selvagem pelas florestas, e quando estamos numa montanha mais alta, o vento passando rasante pelas cadeias rochosas. Tudo contribuindo para inserir o jogador naquele universo. Melhor que isso, só jogando em época fria. Chega logo junho :-D !

Isso porque estou jogando em um PS3, só posso imaginar como é a experiência em um PC com hardware adequado, com todas as configurações no máximo.

Minha personagem, como disse no post anterior, é uma Wood Elf, raça que (segundo o jogo) é mais adequada ao uso de arco-e-flecha. É satisfatório poder limpar uma dungeon inteira praticamente usando só furtividade e flechadas certeiras na cabeça, sem que nenhuma alma viva perceba que você esteve por lá. Para complementar, futuramente devo ensiná-la a utilizar magias da classe Illusion, como a de invisibilidade.

Dois pontos que quero melhorar para aumentar a eficácia da minha Wood Elf são:

1) Alquimia (habilidade de fazer poções e venenos): se o seu alvo não for um humano, um mero lobo, ou algum inseto, uma flechada certeira às vezes não dá conta, envenenar uma flecha aumenta e muito o seu poder de ataque. Derrubar trolls, leões-da-montanha e aranhas gigantes, por exemplo, fica muito mais fácil com uma flecha envenenada. Eles podem não cair na primeira flechada, mas serão enfraquecidos o bastante para uma segunda flechada ou até uma espadada / magia terminar o serviço.

2) Magias da classe Destruction: utilizo como um complemento quando as flechadas não dão conta e preciso “cair na mão” com os inimigos. A magia ainda está muito fraquinha, funcionando bem só contra alguns tipos de monstros mais fracos, como os Draughs. Tenho preferência pela magia Flames.

Já matei dois dragões, sou oficialmente um Dragonborn. E já recebi treinamento dos Graybeards para aperfeiçoar a habilidade inerente aos Dragonborns: os Shouts.

A foto a seguir foi o que inspirou o título deste post:

As cadeias de montanhas de Skyrim, banhadas pelo pôr-do-sol.

Direto da minha TV.

Eu particularmente adoro o clima mais frio, logo minha preferência por serra, regiões montanhosas, onde o clima é mais ameno. O clima de Skyrim está longe de ser ameno, mas suas belíssimas paisagens e a era medieval que sempre me encantou quando criança, me fazem querer morar lá.

Em breve mais posts sobre essa incrível aventura.

Começa 2012, e uma de minhas resoluções pessoais era esvaziar meu backlog de jogos ainda não terminados / platinados. Jogos como Fallout 3, Final Fantasy XIII, Call of Duty Modern Warfare 2 e Black Ops, além dos digitais Dead Nation, Trine, Infamous (que ainda nem comecei a jogar) me dão material para ainda mais um ou dois anos de entretenimento sem precisar gastar mais um centavo com jogos.

Mas já chutei a resolução de ano novo pra lá e comprei este que já estava cobiçando há muito tempo: The Elder Scrolls V: Skyrim!

Meu mais novo portal para um mundo fantástico!

Até hoje me arrependo de ter trocado meu Oblivion no TrocaJogo, e espero não cometer o mesmo erro com este.

Comprei no sábado e chegou às minhas mãos ontém (terça-feira, 3 dias depois). Foi comprado na seção de games da Animaloja. Estão aprovadíssimos na qualidade do produto e no prazo de entrega, mas precisam urgentemente repor o estoque (comprei o jogo lá e está indisponível – peguei o último!).

Hoje antes de vir pro trabalho consegui jogar uma hora do game (pretendia fazer isso ontém, mas as obrigações de adulto pesam nessas horas… tive que sair pra fazer compras de mês e voltei tarde pra casa). Segue abaixo um mini-jornal do que eu fiz:

O portal começando a se abrir...

O jogo, assim como o antecessor Oblivion, começou com o meu personagem sendo um prisioneiro. Neste caso, estava prestes a ser executado (injustamente), mas na hora que o carrasco ia descer o machado um dragão atacou a cidade, permitindo a minha fuga. Os dragões são fundamentais no enredo do jogo, já que o meu personagem está predestinado a ser o Dovahkinn (Dragonborn), o destinado a matar dragões.

No meu caso, “a” Dovahkinn. Criei uma personagem mulher, arqueira, Wood Elf, e seu nome é Andrea, em homenagem à personagem homônima de The Walking Dead. E assim como no Fallout 3 (onde também tenho uma personagem mulher chamada Andrea), irei focar nas habilidades de stealth e sniper dela, pra poder eliminar os inimigos sem que eles me vejam.

Após me refugiar numa torre enquanto a cidade queima lá fora, dois outros prisioneiros me ajudam a escapar da cidade. Este processo de fuga serve como o tutorial do game, onde peguei meus primeiros equipamentos, aprendi alguns truques como andar agachado (no modo stealth), fazer lockpicking (arrombar trancas), e principalmente, o combate com soldados inimigos.

Após conseguir com sucesso fugir da cidade através de uma passagem subterrânea, meu companheiro me aconselha a ir até Rivenwood, uma outra cidade perto dali. Ele diz que é mais prudente nos separarmos e cada um seguir seu caminho, mas como ele mesmo vai até Rivenwood eu pude acompanhá-lo. Mas como em Skyrim (assim como Oblivion), você pode fazer o que quiser, no caminho encontrei uma mina habitada por bandidos, e resolvi entrar pra explorar. Meu companheiro de outrora não veio comigo, e presumo que tenha seguido para seu destino original. Matei alguns bandidos, peguei tesouros, ganhei meu primeiro level (assim como Fallout, você ganha um perk pra gastar ao subir de nível) e salvei. Era hora de vir trabalhar. Uma pena, já estou doido pra voltar a jogar novamente.

Skyrim promete meses, senão anos de diversão.